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terça-feira, 28 de junho de 2016

Após receber 62 ligações de cobrança da VIVO, cliente leva R$ 6,5 mil de operadora


Com processo por danos morais, consumidor afirma que fatura já havia sido paga 


Um cliente da operadora Vivo de Vitória, no Espírito Santo, declarou ter recebido, no período de 12 dias, 62 ligações por uma fatura que já havia sido paga. Após entrar com um processo por danos morais, ele foi indenizado em R$ 6,5 mil pela empresa.


O cliente explicou que a conta de telefone do mês de dezembro de 2015 venceria no dia 26, que caiu em um sábado. Por conta das festas de fim de ano, o pagamento só foi efetuado no dia 29 do mesmo mês.


Mesmo assim, o consumidor passou a receber cobranças por telefone de pessoas que diziam ser atendentes de telemarketing a serviço da Vivo. Do dia 7 de janeiro até 18 de janeiro, contabilizou 62 ligações. Alguma delas, segundo ele, foram recebidas após as 23h.


Acordo


Após entrar com um processo na Justiça contra a operadora por danos morais, uma audiência de conciliação foi marcada para o dia 1º de março. Mas, antes mesmo que ela acontecesse, a Vivo entrou em contato com o cliente para fazer uma proposta. O acordo entre as partes foi homologado no dia 18 de abril.
Ao portal G1, a operadora - que possui reputação "Não Recomendada" no Reclame AQUI - disse que “sempre respeita os horários conforme a legislação”.
O que diz o CDC


O Código de Defesa do Consumidor considera, segundo o artigo 71º, infração "utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer".


Caso tenha passado por uma situação parecida, procure um órgão de defesa do consumidor e registre sua queixa no Reclame AQUI!


Reclame Aqui




domingo, 10 de abril de 2016

GVT agora é Vivo: entenda as mudanças e orientações ao consumidor


 


Resultado de imagem para gvt X vivo

Planos devem ser mantidos por 18 meses, de acordo com exigência da Anatel 

GVT começa a sair de cena em abril e dá lugar a Vivo. A fusão foi aprovada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), mas com algumas condições, entre elas, a Vivo terá que manter planos de usuários da GVT por 18 meses. Os consumidores devem ficar atentos, principalmente, aos pacotes e ao limite mensal de consumo de dados, que agora será estabelecido pela Vivo.


A francesa Vivandi, controladora da GVT, vendeu a companhia para os espanhóis da Telefônica em acordo, segundo divulgado pela Folha de São Paulo, de 7,2 bilhões de euros. A empresa também é a maior acionista da Tim, mas a fusão será apenas com a GVT neste momento.


E para o consumidor?


O Cade, agência antitruste brasileira, aprovou a operação no ano passado, com algumas condições. Entre elas, a Vivo terá que manter planos de usuários da GVT por 18 meses. Outra mudança com a fusão, é que para as chamadas de longa distância, o código 25 será substituído pelo código 15.


O lado positivo da fusão é a conta integrada. O consumidor passa a ter um pacote de telefonia fixa, banda larga e TV paga. Segundo a empresa, os atuais contratos da GVT serão respeitados, principalmente em valores. Ou seja, o cliente vai continuar pagando o mesmo valor que paga hoje.


A medida que os clientes passam para a Vivo estarão sujeitos ao limite mensal de consumo de dados estabelecido pela empresa. Essa prática já existe na telefonia móvel e em outras empresas do setor.


De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), essa cobrança das operadoras é legítima e está prevista na resolução de número 632 do RGC (Regimento Geral de Diretos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações). A única recomendação é que os clientes sejam alertados e possam acompanhar o consumo dos dados em tempo real.



Reclame Aqui





quarta-feira, 9 de março de 2016

Bloqueio de celular roubado agora pode ser feito sem o número do IMEI





A partir de hoje (8), está mais fácil bloquear celulares roubados, extraviados ou perdidos, bastando apenas ao usuário informar o número da linha para a operadora. Antes, era necessário anunciar os cerca de 15 números que compõem o identificador chamado IMEI – espécie de chassi dos aparelhos, que pode ser visualizado ao se digitar *#06#. Ele também pode ser localizado na parte traseira do aparelho, em geral perto da bateria, caso o celular esteja descarregado.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o bloqueio pode ser feito junto às operadoras em todo o Brasil e, também, na Polícia Civil da Bahia, Ceará e Espírito Santo, onde já há acesso ao sistema. Em breve, o mesmo poderá ser feito nas delegacias de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, bem como por meio da Polícia Federal.


Basta ao usuário fazer uma ocorrência nas delegacias para, automaticamente, o celular ser incluído em uma lista que contém aparelhos roubados, extraviados ou perdidos tanto em território nacional como em 44 outros países. No caso de aparelhos com dois chips, o ideal é informar o número das linhas às duas operadoras.
Fechando o cerco.


“Estamos adotando duas formas de combate a roubos e furtos. A primeira, bastando apresentar às operadoras ou delegacias o número do celular, em vez dos 15 números do identificador, para bloqueá-lo. A segunda, ao obrigarmos que transportadores e lojistas incluam, na nota fiscal, esse identificador. Isso possibilitará a identificação dos aparelhos em caso de roubo de cargas ou em lojas varejistas”, disse o presidente da Anatel, João Rezende, ao anunciar as medidas hoje em Brasília.


A fim de evitar que as pessoas adquiram celulares roubados, foi disponibilizada, na internet, uma página  na qual é possível saber se os identificadores Imei estão bloqueados. A consulta pode ser feita pelo site www.consultaaparelhoimpedido.com.br.


“Para saber o número de identificador, basta digitar *#06# no próprio aparelho celular”, informou Rezende. Segundo o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Alexandre Bicalho, “o roubo de celulares já estava virando uma indústria no país”, inclusive, com a comercialização de aparelhos roubados no exterior.


“Por isso, a consulta [sobre aparelhos bloqueados] terá também uma base internacional com mais de 30 milhões de registros de celulares roubados em 44 países”, disse o superintendente da Anatel.


Nos casos em que a pessoa perdeu e, depois, encontrou o aparelho, será possível fazer o desbloqueio junto à operadora. Já os aparelhos roubados que tenham sido localizados pela polícia poderão ser devolvidos ao proprietário original. “Para isso, basta a boa vontade do policial ou de quem [na consulta] descobrir que o celular está bloqueado”, finalizou Bicalho.




Olhar Digital




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Apple e Samsung se unem para matar o chip de celular






O SIM card está morrendo, e sua falta provavelmente não será sentida. Depois de anos diminuindo progressivamente de tamanho, Apple e Samsung, as duas maiores fabricantes de smartphones no mundo, estão discutindo com a indústria de telecomunicações o fim do tradicional chip, que dará lugar a uma solução virtual.


Segundo o Financial Times, as empresas conversam com a GSMA, associação que controla o sistema telefônico GSM, usado pela maioria das operadoras de telefonia no mundo. O objetivo é a criação do E-SIM, que, de forma resumida, permite que o usuário troque a operadora do celular sem precisar trocar o chip do seu aparelho.


A sigla E-SIM se refere a “embedded SIM”, cuja tradução seria “SIM incorporado”. O nome dá a entender que o usuário não teria mais acesso ao chip do celular. No entanto, isso também não seria necessário, já que você pode trocar de operadora sem precisar mexer no seu smartphone.


O primeiro passo já foi dado pela Apple há pouco tempo, com o iPad Air 2. Nos EUA, é possível optar pelo Apple SIM, uma solução própria para o cartão SIM virtual. No entanto, o impacto na indústria não foi muito grande, e as operadoras não abraçaram a ideia.


O E-SIM não deve ser um padrão imediato, e o chip tradicional deve continuar sendo dominante por algum tempo, porque ele ainda é muito usado no mundo todo. 

No entanto, várias grandes operadoras já estão no barco, como AT&T, Deutsche Telekom, Etisalat, Hutchison Whampoa, Orange, Telefónica, Vodafone. Se mais fabricantes e operadoras decidirem apoiar o padrão, o chip SIM como conhecemos hoje deve morrer em alguns anos.



Olhar Digital




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

'Smartphone mais barato do mundo' é lançado na Índia Cerca de R$ 29,40 Reais


 

Celular custa o equivalente a R$ 29,40; valor é 0,7% do iPhone 6s no Brasil.
Fabricante do Freedom 251 foi criada em setembro do ano passado.

Smartphone Freedom 251, feito pela Ringing Bells, que diz que o aparelho é o mais barato do mundo. (Foto: Divulgação/Ringing Bells)


No Brasil, a distância é ainda maior. Custando por aqui o equivalente a R$ 29,40, o celular custa 0,7% do preço de um iPhone 6s, vendido na Apple Store brasileira por R$ 4 mil.

A empresa Ringing Bells foi criada em setembro e começou a vender telefones celulares em seu site há algumas semanas, indicou uma porta-voz. Quanto ao novo produto, "é nosso modelo principal e pensamos que trará uma revolução ao setor", afirmou.

No mercado indiano podem ser encontrados modelos baratos de smartphones, muitos deles de fabricação chinesa, mas os fabricantes locais não param de ganhar espaço, com modelos que são vendidos a menos de US$ 20.

A Índia é o segundo maior mercado mundial de celulares, e de acordo com o regulador nacional de telecomunicações o país alcançou em outubro um bilhão de usuários.


G1





domingo, 14 de fevereiro de 2016

Rádio Web Macaparana Hoje Agora Como Aplicativo Para Seu Celular



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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

WhatsApp para Android ganha novos emojis em atualização


 

O Mensageiro WhatsApp está de versão nova para Android. A grande novidade do aplicativo é a adição de uma nova leva de emojis para que seus papos fiquem mais ilustrados.



A atualização leva o app para a versão 2.12.441 e começou a ser entregue no início desta semana. Os emojis são os mesmos que fazem parte, por padrão, do novo Android Marshmallow (mais especificamente, os aprovados e adicionados pela organização Unicode e que entraram na versão versão 6.0.1). Eles incluem novas bandeiras, novos gestos com a mão (como os "chifres" do metal), objetos e a remodelagem de algumas carinhas anteriores.


Como é possível conferir nas imagens, o app agora apresenta também uma nova divisão para os emojis, com mais categorias para você não se perder na infinidade de opções. Se você ainda não tiver o aplicativo instalado no seu smartphone Android, clique aqui para fazer o download.


Confira algumas amostras da nova versão:







TecMundo







sábado, 30 de janeiro de 2016

Aplicativo Ajuda Jovem descobre número de suspeito e recupera celular furtado há 5 meses


 

Através de aplicativo, vítima viu que chip havia sido trocado, em Guajará.
Ao adicionar número no WhatsApp, jovem entregou foto do suspeito à PC.


Rosane diz que celular furtado custou R$ 1,6 mil (Foto: Arquivo Pessoal)
Rosane diz que celular furtado custou R$ 1,6 mil e tinha o usado apena sum mês

Uma estudante de Guajará-Mirim (RO) conseguiu recuperar o celular furtado há quase cinco meses, através de um aplicativo antifurto. De acordo com Rosane Cabral Pereira, de 19 anos, o aparelho foi furtado na casa de uma amiga em setembro. Após o crime, ela registrou Boletim de Ocorrência relatando o crime, mas a polícia não conseguiu localizar o celular. Nesta semana, após entrar no e-mail e ver uma mensagem do aplicativo, Rosane descobriu que o chip do aparelho havia sido trocado por outro. Ao ver o número atual, a jovem adicionou o telefone no WhatsApp, salvou a foto do suspeito e o denunciou à Polícia Civil.

Em entrevista ao G1, Rosane contou que abriu o e-mail pessoal para tentar fazer o rastreamento e localizar o celular, meses depois do furto. Ao ler as mensagens da empresa, descobriu que alguém havia trocado o chip e estaria usando outro número. Depois de descobrir o número de série do atual chip, ligou para a operadora e recebeu a confirmação do novo número.

"Salvei o número dele e descobri que estava usando WhatsApp. Eu ntão salvei a foto e fui na delegacia registrar um boletim. O aplicativo funcionou perfeitamente e, se não fosse isso, não ia conseguir recuperar o que já era meu. Ainda estou terminando de pagar o aparelho celular, que custou R$ 1,6 mil. Na época do furto não tinha nem um mês de uso", revelou Rosane.

Segundo informações do boletim de ocorrência, uma equipe do Serviço de Investigações e Captura (Sevic) da Polícia Civil conseguiu identificar o rapaz que estaria usando o aparelho furtado, através da foto fornecida pela vítima.

Ao abrir email, jovem descobriu que chip havia sido trocado (Foto: Júnior Freitas/ G1)

Com a identificação, os agentes foram até o endereço do suspeito, no Bairro Serraria em Guajará-Mirim. Ao ser questionado sobre a procedência do celular, o jovem de 19 anos  disse aos policiais que encontrou o aparelho jogado no cruzamento das Avenidas Campo Sales e Antônio Correia da Costa, há cerca de oito dias.

Após ser comunicado que o objeto havia sido furtado, o rapaz se dispôs a auxiliar a polícia nas investigações. Ele foi conduzido à delegacia de Polícia Civil, prestou depoimento e acabou liberado logo depois. O celular foi devolvido para a Rosane.



G1





sábado, 16 de janeiro de 2016

Fim da Motorola: o que de fato vai mudar para o consumidor





Lenovo comprou a Motorola da Google por US$ 2,91 bilhões em 2014 e anunciou que vai matar a marca de vez no mundo todo. Isso significa que não haverá mais smartphones lançados no mercado com nome “Motorola”, mas ele será substituído pelo da própria Lenovo. Ao que parece, a marca final será “Moto by Lenovo”, uma vez que o título da atual linha Moto vai continuar existindo juntamente com o M estilizado da fabricante. Mas o que de fato muda para o consumidor?
Na verdade, não deve haver muita mudança. A Motorola Mobility do Brasil mandou um comunicado à imprensa na manhã de hoje fazendo um pronunciamento oficial sobre o fim do seu nome. O texto explica que a empresa continuará a existir normalmente, mas terá seu nome alterado.

A Motorola Mobility continua a existir como parte do grupo Lenovo e vai liderar as áreas de engenharia e design em todos os nossos produtos móveis. No entanto, para a nossa estratégia de marketing, vamos adotar duas marcas em smartphones e wearables e seguir, daqui para frente, com Moto e Vibe globalmente.

Basicamente, se você comprar algum telefone da empresa em um futuro próximo, na caixa, não haverá mais o nome “Motorola”, mas sim “Lenovo”. É muito provável que a empresa chinesa dê continuidade à família Moto (X, G, E e outros) por conta do seu recente sucesso entre os consumidores, mas também serão introduzidos mais modelos Vibe nos mercados onde a Motorola já está presente, como no Brasil e no restante do Ocidente.Vai virar uma marca premium e cara?
De acordo com as declarações do COO global da Motorola, Rick Osterloh, na CES 2016, os smartphone da linha Moto vão se tornar aparelhos “super premium” na Ásia e em outros mercados em que a Lenovo já atua com força. Nesses lugares, os aparelhos Vibe vão continuar a existir normalmente, concorrendo em faixas de preço mais baixas.

Não foi esclarecido se, com esse movimento na Ásia, os smartphones Moto também ficarão mais caros no Ocidente em função de estarem mais premium. É possível que a Lenovo invista mais em design e construção desses produtos para apelar para um nicho de mercado mais exigente, atualmente dominado por Apple e Samsung.Caso os preços dos dispositivos Moto realmente subam, ainda haverá a opção de comprar os modelos da linha Vibe. No fundo, será a mesma empresa por traz da fabricação e design, mas é inegável a diferença entre as duas famílias de aparelhos.

Assistência técnica para quem já tem um aparelho Motorola?

Nesse quesito, a Lenovo não deve fazer grandes mudanças. Afinal, a empresa já é dona da Motorola há quase dois anos e, desde então, tem ampliando e investido nesse setor de atendimento pós-venda. O que pode acontecer é a alteração da identidade visual das lojas e locais de assistência, e só.
O app de ajuda, que oferece tutoriais, respostas de perguntas frequentes e a possibilidade de conversar com especialistas da Motorola/Lenovo via chat online em tempo real também deve permanecer ativo e disponível como sempre.
Atualizações do Android continuarão chegando?
Esse ponto é um verdadeiro mistério. A empresa não se manifestou sobre isso, e não obtivemos respostas em tempo hábil para essa questão. Contudo, é bem provável que não haja mudanças na velocidade com que os aparelhos Motorola e Lenovo recebem atualizações, uma vez que a mesma equipe continuará trabalhando por lá. Contudo, não há certeza quando a isso.


O Android vai continuar “puro”?

Essa já é uma questão mais delicada. Os smartphones da linha Vibe da Lenovo possuem uma personalização na interface do Android que pode ser considerada leve, mas ela existe. O mais marcante, e que pode incomodar usuários de atuais aparelhos Motorola, é o fato de os botões de navegação do sistema no fundo da tela serem trocados de posição.


Contudo, a Lenovo pode continuar mantendo o Android como veio ao mundo na Linha Moto para não perder a essência dessa marca. Ao comprar a empresa em 2014, o CEO da Lenovo disse em entrevista: “essa marca é o nosso tesouro. Nós planejamos não apenas protegê-la, mas torná-la mais forte”.
Isso pode ser um indicativo de que eles pretendam manter alguma coisa da icônica fabricante, mas como já resolveram eliminar o “Motorola” de vez, essa declaração pode também não significar nada. Afinal, “tudo o que era sólido se desmancha no ar”, como já disse Marx.

Vai ter uma volta?

Muito provavelmente não. Ao contrário do que aconteceu com a Nokia ao vender sua divisão mobile para a Microsoft, a Motorola teve sua marca totalmente vendia para a Lenovo, não apenas por um tempo. Assim, a Nokia pode voltar a fabricar smartphones com seu nome em breve, mas a Motorola sempre estará sob o guarda-chuva da Lenovo. Isso só muda se houver outra venda da empresa.

Ainda assim, a Motorola Solutions, que foi separada da Motorola Mobility já na venda para a Google, continua trabalhando na área de telecomunicações e até fabrica ocasionalmente alguns smartphones, mas eles são voltados para o uso corporativo bem específico, e não devem chegar ao consumidor comum.



TecMundo




quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

WhatsApp: Justiça concede liminar para restabelecer aplicativo no Brasil


 

Decisão desta quinta-feira (17) é do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Juiz considera que multa é solução melhor do que bloqueio do aplicativo.


Ícone do aplicativo de conversa Whatsapp em um smartphone (Foto: Fábio Tito/G1)


Uma decisão desta quinta-feira (17) do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou o restabelecimento do aplicativo de mensagens WhatsApp no Brasil. As operadoras de telefonia móvel ainda vão ser notificadas da determinação.

De acordo com a decisão do desembargador Xavier de Souza, "em face dos princípios constitucionais, não se mostra razoável que milhões de usuários sejam afetados em decorrência da inércia da empresa" em fornecer informações à Justiça.

Retorno imediado do app

"Cumprimos a ordem para bloquear e para desbloquear. Independentemente de termos prejuízo em relação à nossa imagem, por cumprir tudo que a justiça brasileira determina", diz Eduardo Levy, presidente do SindiTeleBrasil, ao G1. As empresas vão cumprir imediatamente o que a Justiça determinou. Usuários de Claro, Tim e Vivo relataram o retorno.

Em nota publicada no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, o desembargador afirma ainda que considera o aumento do valor da multa uma solução adequada, "para inibir eventual resistência da impetrante".

Isso porque, segundo o TJ-SP, o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho de 2015. A empresa foi notificada mais uma vez em 7 de agosto, com uma multa fixada em caso de não cumprimento.
O WhatsApp não atendeu à determinação novamente, de acordo com o TJ-SP. Por isso, "o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet".

O caso

Na quarta-feira (16), as principais operadoras de telefonia móvel do Brasil foram intimadas pela Justiça a bloquear o WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas. O bloqueio começou a valer à 0h de quinta (17).
O recebimento da determinação judicial foi confirmado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.

A Justiça em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, determinou a derrubada do WhatsApp por 48 horas por causa da investigação de uma quadrilha de roubo a banco e caixas eletrônicos, de acordo com o SPTV.

Segundo o SPTV, a determinação judicial foi uma punição ao Facebook, dono do WhatsApp, que não liberou mensagens usadas pelos criminosos no aplicativo para a investigação policial. A quadrilha é investigada há dois meses.

A Justiça havia autorizado a interceptação das conversas pelo WhatsApp para investigar a facção criminosa que também tem envolvimento com o tráfico de drogas. A decisão foi da  juíza da 1ª Vara Criminal de São Bernardo, Sandra Marques, que tinha autorizado e determinado o grampo oficial e ainda estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Como o WhatsApp não se manifestou, a multa já estaria em R$ 6 milhões, de acordo com o SPTV. Diante disso, a polícia e o Ministério Público (MP) pediram a interrupção do serviço à Justiça, que concordou.

Histórico

Essa não é a primeira tentativa de bloquear o WhatsApp no país. Em fevereiro, um juiz de Teresina (PI) determinou que as operadoras suspendessem temporariamente o acesso ao app de mensagens.

O motivo seria uma recusa do WhatsApp em fornecer informações para uma investigação policial que vinha desde 2013.



G1






quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

WhatsApp será bloqueado por descumprir ordem judicial de julho


 

Já se sabe o motivo pelo qual o WhatsApp teve seu bloqueio determinado pela Justiça. Apesar de o processo seguir em sigilo, o site oficial do Tribunal de Justiça de São Paulo explica que o motivo é o descumprimento de uma ordem de julho deste ano. 


O Tribunal conta que no dia 23 de julho deste ano, o WhatsApp recebeu uma determinação que não foi atendida. Em seguida, a empresa foi novamente notificada no dia 7 de agosto, desta vez com uma multa fixada em caso de descumprimento. Sem resultados. 


Assim, o Ministério Público decidiu por requerer o bloqueio temporário do aplicativo com base no Marco Civil da Internet. A solicitação foi aceita pela juíza Sandra Regina Nostre Marques.

Via TJ-SP




Olhar Digital






A Partir da Meia Noite Whatsapp será bloqueado no Brasil por 48 horas


 

O autor da ação será mantido em sigilo e a medida foi imposta sob pena de multa


O funcionamento do Whatsapp será suspenso por determinação judicial em todo Brasil por 48 horas. A determinação passa a valer a partir desta quinta-feira. A medida foi imposta pela Justiça de São Paulo.
As operadoras de telefonia receberam a determinação judicial depois de uma medida cautelar. O autor da ação será mantido em sigilo e a medida foi imposta sob pena de multa.


A regulamentação do serviço do aplicativo já era uma reclamação das operadoras desde que o Whatsapp começou a realizar chamadas de voz. A polêmica surgiu por conta do serviço de telecomunicações, que para as empresas, deve ser feito apenas .



Diario de Pernambuco





terça-feira, 8 de dezembro de 2015

'Efeito WhatsApp' e crise 'matam' 10 milhões de linhas de celular no Brasil


Queda nessa proporção é inédita Brasil, quinto maior mercado do mundo.
Só em São Paulo, quase 2 milhões de acessos foram desconectados.

Whatsapp - ilustrativa ok (Foto: Fernando Brito/G1)

Mais de 10 milhões de linhas de celular deixaram de existir no Brasil em cinco meses de 2015. Uma queda dessa proporção é inédita no setor de telecomunicações móveis brasileiro, quinto maior do mundo. Para as operadoras, os causadores da derrapada são a crise econômica e o “efeito WhatsApp”, que faz clientes preferirem chats para se comunicar em vez de terem mais de uma conta em diferentes operadoras.

Os acessos móveis cresceram mês a mês no Brasil até maio deste ano, quando chegou a 284 milhões de linhas - a única exceção desde 2005 foi um pequeno deslize em julho de 2006. Até outubro, porém, a base diminuiu 3%, segundo dados divulgados na quinta-feira (3) pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

O volume de desconexões, de 10.358.097, é próximo ao total de linhas da Bolívia e até de Portugal – de 10,5 milhões e 11,8 milhões em 2014, respectivamente, segundo a ONU.

O desligamento de milhões de acessos foi generalizado entre as quatro maiores operadoras do setor. Nesses seis meses, a líder do mercado Vivo perdeu 3,6 milhões de linhas. A TIM, segunda maior, ficou com 3,3 milhões de linhas a menos. Claro teve sua base reduzida em 2,5 milhões e a Oi, em 1,3 milhão de linhas.

WhatsApp

Um dos causadores da onda de cancelamento está na maioria dos smartphones dos brasileiros: apps de bate-papo e, em especial, o WhatsApp.

“Você tem uma geração mais nova que usa mais o Whatsapp e prefere não falar [pelo telefone]. Aí usa o Whatsapp, Viber ou qualquer outro mensageiro”, explica Bernardo Winik, diretor de varejo da Oi. “A barreira da comunicação começa a ser quebrada porque os aplicativos liberam voz sobre IP.”

"O crescimento do uso do WhatsApp e aplicativos semelhantes tem alguma influência na redução das linhas, mas independente do serviço de voz nesses apps", admite a TIM. "As pessoas passaram a se comunicar por mensagem via rede de dados e notaram que não precisavam mais de um chip."

Pertencente ao Facebook, o app é criticado pelas operadoras. Elas reclamam que o serviço exerce concorrência, mas não arca com as mesmas contrapartidas, como pagar impostos. A rivalidade inesperada já afeta os negócios.

A consultoria Teleco apontou em junho que apps como o WhatsApp derrubaram a quantidade dos minutos falados ao telefone e dos SMS enviados pelos brasileiros no começo do ano.

Cortando na carne

A preferência por serviços conectados, diferentes dos oferecidos pelas operadoras faz também as linhas de celular ficarem ociosas. Para driblar a crise econômica, decidiram ser mais ágeis no cancelamento dessas contas. Segundo Winik, da Oi, a estratégia foi adotada para poupar dinheiro, já que, ao eliminar acessos móveis inativos, também deixam de pagar taxas referentes a ele, como a do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel).


CELULAR NO MUDO V2 (Foto: ARTE/G1)

Uma linha só pode ser desconectada após 90 dias sem fazer chamadas tarifadas, enviar torpedos ou acessar a internet, determina a Anatel. Para manter clientes, as empresas reiniciavam a contagem até quando ligações gratuitas eram feitas. Isso acabou.


“A queda no número de linhas móveis reflete o ciclo normal de desconexão do mercado e o crescente interesse pelo uso de internet no celular”, diz a Claro. A Vivo "atribui a redução de sua base ao critério de desconexão de usuários pré-pagos mais restritivo com clientes inativos”.

O consumidor também contribuiu: abriu mão do “segundo ou terceiro chip” para aliviar o bolso, diz o diretor da Oi. "O consumidor está se virando para economizar e a TIM entendeu que tinha que 'se virar' também", informa a empresa.

Efeito clube

O movimento de preferir uma só operadora deve se intensificar, avalia o diretor da Oi. O motivo, diz, será o barateamento das taxas de interconexão nos próximos anos. Pagas sempre que o cliente de uma empresa liga para o de outra, as tarifas são recolhidas como compensação pela ligação usar a rede da segunda companhia para chegar ao destino. Para se adaptar ao que ficou conhecido como “efeito clube”, o brasileiro aprendeu se acostumou a ser cliente pré-pago de mais de uma operadora.
A taxa, hoje de R$ 0,16, cairá para entre R$ 0,09 e 0,11, em fevereiro de 2016. Até 2019, ficará entre R$ 0,01 e 0,02. TIM e Oi, no entanto, já se anteciparam e reduziram para R$ 0,10. “Vai acontecer é uma redução no número de linhas. Aquele que tinha três, quatro chips, vai consolidar os gastos dele numa única operadora”, diz Winik.

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