
E agora ele prevê moer 100 mil toneladas de cana a mais que na safra passada, quando foram esmagadas 544 mil toneladas, vindo a fabricando 43 milhões de litros de etanol. A direção da cooperativa decidiu que também produzir aguardente na safra atual. A cada ano a produção cresce na usina desde que foi reaberta. Acredita que moerá 650 mil toneladas na safra que acaba de começar, ante 544 mil na safra 2017/18, 344 mil na 2016/17 e 291 mil na 15/16. Por conta disso, a Coaf já renovou o contrato de arrendamento da usina para até a safra 2040/2041. “O governo estadual tem sido um parceiro vital para este progresso, diz Andrade Lima.
O dirigente garante que só tem sido possível por conta do crédito presumido estadual de 18,5% sobre o etanol produzido em usinas geridas por cooperativas, por iniciativa do governador Paulo Câmara há três anos. O restante das usinas do estado também recebe o mesmo incentivo fiscal, sendo que de 12%. “Só por conta do estímulo que a usina Coaf/Cruangi foi reaberta por nós e se mantém competitiva no mercado, gerando retorno socioeconômico e financeiro ao próprio estado com a entrada de milhões em impostos e 3,7 mil postos de trabalhados direitos, além de contratação de serviços e fornecedores com reflexos no comércio de toda a região”, conta Lima. Em relação só de imposto estadual, a Coaf já pagou R$ 1.055.404,95 na safra 2015/2016, R$ 3.386.826,75 na seguinte e mais R$ 4.678.903,18 na safra 17/18, tendo a ser maior nesta atual, caso aumente a produção.
Fonte Coisas de Timbauba e Regiões





0 comentários:
Postar um comentário