ção da OAB-PE, chamada 'Eleições Limpas', foi lançada nesta terça (2). Iniciativa pretende combater, principalmente, compra de votos e caixa dois.
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| Presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, diz que objetivo é conscientizar eleitor (Com informações do G1PE - Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press) |
Com
o objetivo de impedir crimes eleitorais durante os pleitos municipais
este ano, a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) quer
que o cidadão fiscalize os candidatos e denuncie eventuais
irregularidades. Para estimular o eleitor, foi lançada, nesta
terça-feira (2), a campanha ‘Eleições Limpas’, na sede do órgão, no
bairro de Santo Antônio, Centro do Recife.
Sob
o lema ‘Não deixe a corrupção começar na eleição’, a iniciativa
pretende combater, principalmente, os crimes de compra de voto, caixa
dois e doação ilegal. Segundo a OAB-PE, haverá um esquema especial de
investigação, com a participação da Polícia Federal e do Ministério
Público Eleitoral. Também será veiculado, a partir do dia 27 de agosto,
um material informativo no sentido alertar as pessoas para a prática
desses delitos.
O
eleitor só poderá fazer uma denúncia a partir do dia 16, quando começa a
funcionar o site da campanha (www.eleicoeslimpas.org.br). Prestada a
queixa, a informação deve ser encaminhada para o Ministério Público
Eleitoral, Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) e Comissão
de Combate à Corrupção da ordem. Ainda segundo a OAB, após uma triagem,
a denúncia segue para as polícias Civil e Federal.
O
presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, disse que o portal também vai
disponibilizar informações sobre as regras que devem ser seguidas pelos
candidatos em cada cidade do estado. “Eles (os eleitores) poderão
conhecer os limites de gastos de cada município, de cada cargo em
disputa, e, com isso, contribuir para a fiscalização”, informou.
Duarte
afirmou, ainda, que a ação é resultado de uma mobilização que envolve
setores da sociedade civil, como a Igreja Católica. “Essas instituições
resolveram se congregar para promover uma conscientização, para que o
eleitorado possa saber que as opções tomadas agora podem refletir
negativamente nas gerações futuras”, ressaltou.






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